quarta-feira, 23 de abril de 2014

Portaria implementa maior proteção ao trabalhador rural

O Diário Oficial da União, publicou a Portaria Interministerial nº 2 que institui o Plano Nacional dos Trabalhadores Rurais Empregados (PLANATRE). O Plano visa implementar programas e ações de fortalecimento dos direitos dos trabalhadores rurais no âmbito da Política Nacional para os Trabalhadores Rurais Empregados(PNATRE).
 
O eixo de ação do PLANATRE contempla capacitação profissional e ampliação da escolaridade, universalização de direitos, criação de oportunidades para a geração de trabalho e saúde, assistência social e segurança do trabalhador e da trabalhadora rural empregada.
 
Entre os objetivos específicos do Plano constam, entre outros, a integração e articulação de políticas públicas direcionadas aos trabalhadores e trabalhadoras rurais; a promoção e ampliação da formalização nas relações de trabalho no campo; a reinserção produtiva dos trabalhadores e trabalhadoras rurais que perderam seus postos de trabalho; e a intensificação da fiscalização das relações de trabalho rural.
 
O Planatre será deverá ser revisado por ocasião da elaboração do Plurianual e será gerido pela Comissão nacional dos trabalhadores Rurais Empregados (CNATRAE)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Entra em vigor a Norma do trabalho em altura - NR 35

Começa a valer a partir de quinta-feira (27) a Norma Regulamentadora nº 35, que trata sobre trabalho em altura e define os requisitos e medidas de proteção para os trabalhadores que atuam nessas condições. A NR-35 foi publicada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em março desse ano e tinha um prazo de 6 meses para que as empresas pudessem se adaptar às suas exigências.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Nova Súmula do TST prevê intervalo intrajornada para exposição ao frio

Uma nova Súmula editada pelo TST foi anunciada pelo presidente João Oreste Dalazen em sessão plenária da Corte. O dispositivo amplia o entendimento do artigo 253 da CLT para estender intervalo intrajornada aos trabalhadores submetidos a frio contínuo em ambiente artificialmente refrigerado.
Nos termos dispostos pela CLT, o intervalo de 20 minutos de repouso era garantido somente aos empregados que trabalham no interior de câmaras frigoríficas e aos que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de uma hora e 40 minutos de trabalho contínuo.
A partir da jurisprudência do Tribunal, o procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, propôs a adoção da nova Súmula, considerando a evolução tecnológica e as necessidades do mercado, que criaram situações em que o trabalhador expõe-se às mesmas condições insalubres por baixas temperaturas, porém fora da câmara frigorífica.

Eis o texto da Súmula:

"INTERVALO PARA RECUPERAÇÃO TÉRMICA DO EMPREGADO. AMBIENTE ARTIFICIALMENTE FRIO. HORAS EXTRAS. ART. 253 DA CLT. APLICAÇÃO ANALÓGICA.
"O empregado submetido a trabalho contínuo em ambiente artificialmente frio, nos termos do parágrafo único do art. 253 da CLT, ainda que não labore em câmara frigorífica, tem direito ao intervalo intrajornada previsto no caput do art. 253 da CLT".

Foto: TST

INMETRO altera RAC de luvas cirúrgicas e não cirúrgicas

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